Artigo

Taxa de sobrevivência de implantes e biomateriais no levantamento do seio maxilar com pneumatização significativa: um estudo retrospectivo com 79 pacientes, durante seis meses a dez anos

Objetivo: avaliar retrospectivamente a taxa de sucesso de implantes e biomateriais após o levantamento do seio maxilar. Material e métodos: foram utilizados prontuários de pacientes tratados entre 1998 e 2014, incluídos os que possuíam rebordo maxilar com altura menor do que 5 mm. Todos os procedimentos de enxertia foram realizados com instalação de implante de forma mediata e acesso ao seio maxilar pela janela óssea lateral, colocação do biomaterial, membrana e sutura. Resultados: foram analisados 79 pacientes, tendo sido utilizados dois biomateriais. O tempo de reavaliação variou de seis meses a dez anos. Nos dados de altura óssea radiográfica antes e depois do procedimento (70 implantes, 36 pacientes), houve um aumento médio de altura na região do seio maxilar com o Bio-Oss de 17,23 mm e com o Orthogen de 13,12 mm (p < 0,05), sendo a média geral de 15,17 mm. Na relação sobrevida do implante e enxerto utilizado (92 implantes, 43 pacientes), os valores foram de 96,8% (autógeno) e 98,3% (autógeno + biomaterial). Conclusão: os resultados permitiram concluir que tanto os enxertos autógenos como os biomateriais são alternativas viáveis para os seios maxilares com grande pneumatização.

Autores: Estela Muniz Antelo, Marcos Antonio Rodrigues Dagoberto Corrêa Lanza, Eduardo Mukai, Ellen Cristina Gaetti Jardim, Leonardo Perez Faverani, Ana Paula Farnezi Bassi e Paulo Sérgio Perri de Carvalho
Revista: Revista ImplantNewsPerio 2017 | v2n3

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